Compositor: Fenriz
Nós navegamos pelos mares, da negação
Para que deste lugar seja extirpada a benevolência
(Apartados de escrúpulos, despidos de humildade)
Contemplai a ferocidade dos lobos
Que investem impiedosos contra os Vossos Santos
(Onde não há caridade, nem compaixão)
Contemplai o vosso clamor em meio ao pavor
Enquanto a iniquidade se apossa de vossos corações
(Sem o calor da graça, sem rastro de piedade)
Contemplai um mundo, em trevas agitado
Erguendo-se em loucura e mistério
(Privado de luz, sem vida)
Não preferiríeis mergulhar em deleitosos devaneios
Em vez de tremerdes ante a memória do que foi outrora?
Ai do condenado que tu és... Eis que agora vês!
É a exaltação da potestade satânica
Oh, como nos regozijamos na ruína
De tudo aquilo por que vós já vivestes
Escutai! Enquanto a terra estremece e os impérios se desmoronam
Vós podeis ouvir-nos rir com ira sarcástica
(São as vozes dos tempos idos)
Pois em verdade vos digo: Não haverá lamento em nós
Porquanto a aurora jamais tornará a despontar no amanhã
Mundo sem fim